DXA de coluna e quadril
Avalia regiões centrais usadas na investigação e no acompanhamento da densidade mineral óssea.
Como densitometrista nº 311887, eu seleciono a modalidade de DXA e interpreto o resultado dentro da sua história — nunca como um número isolado.

Antes do exame, eu considero sua fase de vida, histórico de fraturas, medicamentos, saúde muscular e outros fatores clínicos. Depois, reúno os achados à avaliação médica e, quando pertinente, ao FRAX para orientar um cuidado interdisciplinar.
Avalia regiões centrais usadas na investigação e no acompanhamento da densidade mineral óssea.
Pode ser escolhida em situações específicas, conforme a indicação clínica e a possibilidade de avaliar outras regiões.
Permite observar a distribuição de massa magra, gordura e massa óssea quando essas informações são relevantes para o cuidado.
Produz uma imagem lateral da coluna para procurar sinais de fraturas vertebrais, inclusive aquelas que podem ter passado sem sintomas claros.
Quando indicado, eu integro fatores clínicos e densidade mineral óssea do colo do fêmur para estimar a probabilidade de fratura em 10 anos e contextualizo o resultado na consulta.
O FRAX apoia a avaliação de risco, mas não define sozinho uma conduta. A indicação, o preparo, a disponibilidade e o local de realização de cada modalidade devem ser confirmados com minha equipe.